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A festa da genética zebuína

10 de maio de 2012 0

Vaca Guzerá com nome charmoso e famoso. É a DEMI MOORE fazendo bonito na pista

Encerrou hoje em Uberaba aquela que é considerada a maior exposição de raças zebuínas do mundo. E não é pra menos, 28 países visitaram a feira. Uma referência mundial e uma prova que temos pecuaristas arrojados que apostam na biotecnologia e cientistas brasileiros  que estão na frente das pesquisas e desenvolvendo novas técnicas e acertando o manejo para que a carne e o leite cheguem com qualidade na mesa do consumidor . E  principalmente com aquela palavra que ambientalista e urbano adora “sustentabilidade”.

O desfile de genética de primeira na pecuária seletiva

Mas de fato é assim que tem que ser, as discussões que ficaram paralelas a pista de julgamento foram nesta direção. Produzir mais  e ao mesmo tempo preservar nossos recursos naturais.   Compartilho algumas fotos que tirei  e que revelam a organização e a dimensão da EXPOZEBU 2012.

Desfile das vacas que mais produziram leite, uma passarela de beldades

foto Marcelo Lara

Festa de quem cuida dos animais campeões em pista

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Expozebu, Rio+20 e a política

03 de maio de 2012 0

Palanque oficial de abertura da Expozebu em Uberaba


Estou acompanhando de perto a Expozebu que está na edição de número 78.  Vejo que as lideranças rurais estão ganhando experiência em como lidar com a sociedade. É uma batalha difícil.  Na Rio +20 teremos três documentos importantes. Um elaborado pelo Ministério da Agricultura outro pela ABCZ mostrando a pecuária sustentável e outro da CNA  Confederação da agricultura e pecuária do Brasil que marca o posicionamento da agropecuária brasileira para a conferência das Nações Unidas.  Até que enfim descobriram que se formos olhar só para o meio ambiente vamos cometer suicídio coletivo da humanidade.

Produtores rurais de Uberaba colaborando com o documento da CNA

Os pilares vão ser consolidados sem vantagens para nenhum lado e sim com vitória da harmonia entre ambiente, social e econômico.  Vamos mais longe aproveitando os temas que estão sendo propostos, meio ambiente, inovação e tecnologia, educação no meio rural, segurança alimentar e nutricional e erradicação da pobreza.

Raças zebuinas na pista da Expozebu

Hoje na abertura oficial presença do Governador de Minas Gerais Antonio Anastasia que fez aquele discurso político e saiu de fininho, só falou da aprovação do código florestal e da grande produção mineira.  O Presidente da ABCZ Duda Biagi fez um discurso completo cobrando respeito da sociedade e relatando o que é fato se tirar o agronegócio do contexto econômico do Brasil estaríamos amargando um atraso de 30 anos e nenhuma política social seria possível hoje.  Só os brasileiros urbanos  da “selva de pedra” não enxergam o que o mundo está vendo o desenvolvimento  e a potência para alimentar o planeta.

Ministro Mendes Ribeiro Filho se preparando para vacinar um zebuíno contra a Febre Aftosa

O Ministro da Agricultura Mendes Ribeiro Filho deixou claro que vem dos pampas Gaúchos, lembrou no discurso a grande Dom Pedrito e Esteio.  Na entrevista diz que nenhum Ministro pode opinar sobre os atos da presidente se ela vai ou não vetar o Código Florestal mas deixou claro que tem que estudar mais sobre o texto final aprovado pelos deputados  que teria recebido somente ontem a noite.  O mais importante estamos avançando a sociedade é uma só eu acredito nisso.  E preservar não deve ser uma religião e sim uma prática humana que possa garantir o futuro das futuras gerações com desenvolvimento social e econômico e a palavrinha mágica “sustentabilidade”.

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A mídia urbana e o código

26 de abril de 2012 1

Produzir e preservar sem expulsar o homem de seu meio

Mais um passo para levar a tão sonhada segurança no campo, segurança na cidade, segurança alimentar, manter milhões de produtores em pequenas propriedades, brasileiros da mesma sociedade que é uma só seja da roça ou de apartamento na beira do Tietê que não vai ter que recompor mata ciliar.  O que não dá para engolir são as manchetes dos principais jornais do país, mostrando que os jornalistas escalados para cobertura tomam leite de saquinho achando que vem do supermercado, e  colocam o meio ambiente a frente da vida humana.  Os “urbanoides” de plantão aproveitaram para dar o tom dos eco-chatos e  destacaram em tom de derrota para provocar reação do governo, pressionar ainda mais.   A visão de caça e pesca, a falta de dimensionar  o tamanho do nosso Brasil, as dificuldades dos produtores,  e não entender que não se pode provocar uma guerra, uma intolerância entre campo e cidade como se um não dependesse do outro.  Falta conhecimento, entendimento, compreensão, apoio para que nosso pão de cada dia, nosso feijão com arroz continuem chegando até a mesa de todos os brasileiros com preços acessíveis  ou então vamos pedir para os ambientalistas radicais produzirem alimentos baratos sem tocar em uma folha de árvore.

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Canal Rural com audiência total

24 de abril de 2012 0


Funcionários e produtores rurais na Cooxupé no Sul de MInas Gerais de olho no Canal Rural


O Canal Rural há muito tempo  se consolidou como referência no agronegócio. Mas como é bom ver isso de perto.  Durante a comemoração de 80 anos do cooperativismo em Guaxupé da Cooxupé maior cooperativa de café do mundo logo após uma missa ecumênica todas as 23 unidades da cooperativa pararam junto com cooperados para assistir ao programa especial sobre a cooperativa que saiu no Canal Rural.  Mais de 10 mil pessoas pararam as atividades no meio da tarde pra acompanhar a história de sucesso da Cooxupé.  O Canal Rural é muito mais do que uma referência é a janela para o homem do campo ver o mundo rural.


O presidente da Cooxupé Carlos Paulino da Costa cortando o bolo. Festa dos 80 anos.


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Viva o cooperativismo

23 de abril de 2012 0

Cooxupé em 1957 quando passou a trabalhar com café

Em uma sociedade organizada o cooperativismo é um dos pilares da geração de emprego e renda, da revitalização e viabilização da pequena propriedade.  Estou em Guaxupé no sul de Minas e fiquei feliz em conhecer a Cooxupé completando 80 anos de existência, começou como cooperativa de crédito em 1932 e em 1957 passo a mexer com café. No ano passado o faturamento passou dos três bilhões de reais.  No ano que a ONU instituiu como ano internacional das cooperativas nada melhor do que ver bons exemplos. São 12 mil cooperados que respondem por 20 por cento do café mineiro.

Entrevista com o presidente da Cooperativa Carlos da Costa

O presidente Carlos Alberto Paulino da Costa está a frente da maior cooperativa de café do mundo que  tem 1900 funcionários em 23 unidades. Uma cooperativa que vem diversificando para escoar o café no mercado até em forma de óleo. Com o sucesso das pesquisas junto a Unicamp, analisando variedades do óleo de café verde, produzidos a partir de diferentes tipos do grão. O processo de extração do óleo de café verde é feito por meio de prensagem a frio dos grãos para uso cosmético.   É importantíssimo fortalecer o cooperativismo no Brasil e no mundo para enfrentar o mercado especulativo e valorizar a produção.

O cooperativismo é a saída para a pequena propriedade

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"Promotor é pau de bater em doido"

17 de abril de 2012 3


Promotor Carlos Valera em entrevista no município de Conceição das Alagoas


Essa definição foi dada pelo promotor de meio ambiente da comarca de Uberaba  Carlos Alberto Valera. Foi em tom de brincadeira durante uma audiência onde foram convocados 70 produtores em Conceição das Alagoas para assinar o termo de ajustamento de conduta ou sofrer ação civil para fazer o licenciamento ambiental.  Mas  que reflete a definição correta de quem vai a frente para fazer a lei ser cumprida, mesmo que essa lei seja de 1965 criada no tempo de um Brasil que já ficou no passado.   O grande escudo nessa hora de dúvidas para quem está entre a esperança de uma reforma e uma legislação ultrapassada

–      Eu não faço as leis, eu faço elas serem cumpridas. -

O momento pode ter sido de descontração mas provocou uma resposta imediata, um produtor nem pensou e largou:

- E SE QUEM TA CANSADO DE APANHAR E RESOLVE BATER DEPOIS?

Acompanhei de perto a audiência para assinatura coletiva de Termos de ajustamento de conduta.  Os produtores chegam entusiasmados ainda acreditando que logo as mudanças no novo código vão ser aprovadas. Mas o banho de água fria que o promotor joga é implacável. Deixa claro que se o código passar pelos Deputados e pela Presidente, os promotores vão entrar na justiça. Se o STF se manifestar antes e mostrar o que é e o que não é inconstitucional o impasse pode levar anos para se resolver. Aí os produtores terminam a audiência perguntando onde vão assinar mas com todas as dúvidas possíveis, os prazos começam correr.  Vinte quatro meses para fazer o licenciamento.  E os preços para formar e averbar uma reserva legal só aumentam, e faltam profissionais para ajudar em todo processo.

A promotoria exige um mapa digital da fazenda que vai fazer parte de um grande banco de dados e a fiscalização vai ser via satélite.

-       Se sumir um pé de pequi nós saberemos – diz o promotor que vai acelerar e fazer o máximo de termos de ajustamento de conduta que forem possíveis.

Quando se fala em receber para proteger, o que é justo já que é o produtor quem tem que preservar enquanto a sociedade possa rodar de carro pra lá e pra cá  contribuindo para o tal aquecimento global sem precisar  plantar uma árvore ou produzir alimentos já que  a comida está pronta no supermercado.

O promotor Carlos Valera concorda que os produtores tem que receber mas sabe de onde ele quer que venha o dinheiro?   Das multas ambientais que chegam hoje a mais de dois bilhões e quatrocentos milhões de reais. Mas não se leva em consideração os abusos e a fábrica de multas que se fez por esse país, muitas  nem vendendo a propriedade o produtor consegue pagar.

E parece que não temos corrupção no Brasil com certeza toda essa grana das multas caso fosse paga  iria direitinho para pagar os produtores que conseguiram cumprir a legislação de 1965.  Aí sim poderíamos comemorar , pois Papel Noel existe e acha a legislação vigente  maravilhosa para criar renas nas florestas do Brasil.


Promotor Carlos Valera defende e cobra o cumprimento da legislação ambiental de 1965


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O mineiro e o leite

07 de abril de 2012 0
Foto Marcelo LaraVaca das boas no alto, em Ponte Alta.

Ser produtor de leite não é nada fácil. Uma profissão antiga com seus traços culturais. Hoje quem não consegue ter boa produtividade, sanidade e controle nos custos é chamado de tirador de leite. O produtor tem que conferir até mesmo os detalhes da nota fiscal da entrega do leite, pois já conversei com produtores que ficaram no prejuízo e já trocaram várias vezes de laticínio. Outro problema é receber abaixo da média pelo litro de leite.  Com exigências sanitárias cada vez mais rígidas e incerteza de mercado favorável, as fronteiras cheias de frestas para entrada de leite e produtos lácteos, penalizam os produtores brasileiros.

Seu Iraci é daqueles mineiros que você faz amizade no primeiro segundo

Quero hoje desejar uma Feliz Páscoa contando a história de um mineiro legítimo  que reencontrei que esta semana. Vamos conferir como está seu Iraci, na localidade de Ponte Alta, interior de Uberaba. Chegamos na fazenda dele, e lá estava no alto de seus...

- Quanto mesmo o senhor tem de altura?

- Ah!  Sei não seu moço, mas é um metro e pouco, responde despreocupado.

Leva uma foice bem afiada e maior do que ele. Não tinha reconhecido que se tratava de seu Iraci.

- Seu Iraci está por aí?

- Estou sim. Vai gravar outra vez?

Lá fomos nós para o meio da vacada bem no alto, um declive que é arriscado cair uma vaca na cabeça. Mas a persistência salta aos olhos. Seu Iraci conseguiu a proeza de passar de 400 para 700 litros de leite por dia, no último ano.

- Tamo negociando as vacas, as que tão só comendo e negando leite.

Seu Iraci é de muita gentileza, simpatia e fala mansa, calma e pausada. Quem chega com pressa fica calminho ao ouvir a primeira prosa.  Mas não provoque um mineiro sério e de raiz como seu Iraci.  Fiquei sabendo que uns tempos atrás tinha gente largando carcaça de animais na beira da propriedade dele.  Seu Iraci com a foice na mão ficou na espreita. Não demorou muito e apareceu uma Kombi e na cara dura o motorista largando mais uma carcaça.  Seu Iraci na maior calma:

- Você não acha que isso é desaforo ?

-Eu não, o senhor manda da cerca pra dentro, aqui pra fora eu faço o que quero.

- Então vamos ver se eu mando ou não mando, vou agorinha corta seu pescocim....

Nem preciso dizer que o motorista saiu na carreira....

Mineiro tranquilo, mas é melhor ser sempre um bom amigo

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A complexa cadeia do café

28 de março de 2012 0

Foto Junior

Fenicafé em Araguari que vai até sexta-feira dia 30 de Março

A cadeia produtiva do café tem sim uma complexidade que  exige de todos os agentes envolvidos muita cautela, e os mais informados e articulados acabam saindo na frente.  Existe sempre uma briga de gigantes. Dentro de uma lógica simples dividimos o setor entre produtores, cooperativas e exportadores, claro tem o governo mas esse está sempre tentando entender   as especificidades de cada região e vai adotando medidas que dependendo do lóbi mais forte acaba beneficiando um lado em detrimento de outro.  Temos o ingrediente especulativo que mostrou sua força nas ultimas semanas quando o produtor estava  se acostumando a falar de saca de café acima de 500 reais, volta  a fazer as contas e mudar a estratégia.  Um dos produtos mais especulados do planeta todo mundo de olho num pedacinho do bolo.  A irrigação na cafeicultura tem referência em Araguari na Fenicafé

Parece que todo mundo esqueceu das dívidas que mexeram com a economia de municípios que dependem do café.   É a    pressão é grande as véspera de mais uma colheita.   No início da semana o governo anunciou mudanças na lei sobre  contribuição de PIS/Cofins. As mudanças seriam para corrigir o efeito acumulativo do imposto e distorções na cadeia.             Mas na prática deve ser feita uma avaliação no efeito. Quem vai ganhar? Conversando com algumas lideranças a maior preocupação é com as cooperativas.

O imposto  de 9,25 por cento era aproveitado pelos exportadores na hora que eles compravam da cooperativa, 50 por cento recebiam em dinheiro.  Com o fim do imposto os exportadores  podem comprar diretamente dos produtores, e  alguns especialistas afirmam que os exportadores estariam de olho  no ICMS de 3,6 por cento dos cafeicultores.  Seria na gíria interna do setor dar uma “canela” forçar o preço para baixo na hora de comprar do produtor e ainda ficar com os benefícios do ICMS.    Por isso falo da complexidade, como ajudar para que todos se beneficiem.  O velho e bom café que sobre por todos os lados e quando aquele que planta, trata e colhe começa sorrir na entrada de uma grande safra vem a tal da especulação pra roer o preço, dar uma rasteira.  Como é importante todos se manterem informados e usar a informação para fazer o Brasil crescer.

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Homens e cavalos

18 de março de 2012 1

Veja o vídeo em que o americano Pat Parelli, domador de cavalos, ensina a fazer nós e laços:

Uma relação que vai ficando mais humanizada do ponto de vista do cavalo.  Final de semana estive em Belo Horizonte e acompanhei a visita de Pat Parelli  americano domador, adestrador, segue a linha do mais famoso que é Monty Roberts, mas tem um estilo próprio moldado durante anos com um dom especial para ensinar homens e cavalos a conviverem melhor, tem mais de 20 mil alunos em 30 países.   Uma receita que deve ser aplicada no convívio entre os homens.   Pat veio a convite do presidente da Associação Brasileira dos criadores de cavalo Mangalarga Marchador Magdi Shaat.  É mais um grande embaixador para divulgar a raça.   Pat  vai fazer uma apresentação especial em Julho durante a Exposição Nacional na Gameleira.   Nós almoçamos juntos em Pedro Leopoldo em um restaurante típico mineiro, onde ele provou e aprovou a cachaça.  Na conversa mais animada ele deu aula especial de nós e laços que ajudam e muito quem trabalha na criação de cavalos, fiz algumas imagens ele é muito rápido mas dá para ter uma ideia do que se pode fazer com uma cordinha e muita técnica.  Fiz duas reportagens uma  para o Bom Dia Campo e outra para o Rural Notícias desta segunda-feira.


Foto Marcelo Lara

Pat Parelli provando a cachaça



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Animais vivos e o preço da arroba

14 de março de 2012 0

Não é de agora que os frigoríficos ficam preocupados com o crescimento da venda de animais vivos no mercado internacional.  Ë claro que isso pressiona os preços da arroba, é uma concorrência.  Mas faz parte do jogo, é um mercado a mais para o pecuarista que tem poucas opções.  No Pará foi uma grande ajuda, escoando principalmente para a Venezuela através dos portos  o boi que no mercado interno tem historicamente uma desvalorização de até 30 por cento em relação aos outros grandes mercados da carne, justamente pela distância dos grandes centros consumidores.

Foto J.C. Castro

Animais embarcando no litoral paulista para a Angola

Já tentaram pelo lado ambiental, depois pela saúde animal e agora a guerra foi mais declarada. Querem taxar com impostos a exportação de animais vivos para abate.  “A taxação poderia  limitar uma forma de comercialização que tem valor agregado ao setor pecuário.  “palavras da Scot Consultoria e que consta da carta enviada pela ABCZ para o Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Fernando Damata Pimentel.   A ABCZ assim como a Nelore do Brasil estão repudiando esta tentativa de inviabilizar as exportações de animais vivos.  Fica claro que o que se quer é baixar o preço da arroba no mercado interno com mais oferta de animais.  O mercado internacional para animais vivos vem crescendo

De acordo com a ABCZ a taxação da exportação de animais vivos vai gerar impacto negativo não só na pecuária interna, mas em toda a cadeia industrial relacionada ao agronegócio, devido à desvalorização da arroba do boi.    Uma briga de gigantes que de fato vença o bom senso fortalecendo o elo mais fraco nesta cadeia que é o produtor rural.

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