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Momento é bom para antecipar as compras de adubos

13 de agosto de 2014 0

Os preços dos fertilizantes caíram no mercado internacional, com a maior oferta mundial, em especial de nitrogenados, e queda na demanda, passado o período de compras de adubos, principalmente pelos Estados Unidos.

No mercado brasileiro os preços também caíram.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, em julho a tonelada da ureia agrícola ficou cotada em R$1.210,24 em São Paulo. Este é o preço médio, sem o frete.

A queda foi de 0,9% em relação a junho deste ano. Desde fevereiro, os preços da ureia caíram 8,0% no estado.

O momento é bom para o pecuarista antecipar as compras de fertilizantes.

Considerando a praça de São Paulo, em julho, foram necessárias 10,0 arrobas de boi gordo para a compra de uma tonelada de ureia agrícola.

É a segunda melhor relação de troca no período analisado, só atrás de junho (9,9 arrobas por tonelada do adubo).

Na comparação com julho de 2013 são necessárias 14,3% arrobas de boi gordo a menos para a compra da mesma quantidade de ureia.

Em curto prazo não estão descartadas quedas nos preços dos fertilizantes, mas a demanda firme (plantio da safra 2014/2015) pode dar sustentação aos preços do insumo.

Colaborou Rafael Ribeiro, zootecnista e consultor da Scot Consultoria

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Preço do bezerro desmamado subiu mais que o do boi gordo na Bahia

13 de agosto de 2014 0

Na primeira semana de agosto o preço dos animais de reposição subiram 4,7% na Bahia, considerando todas as categorias de machos, em relação ao preço médio de julho.

O destaque foi o bezerro desmamado (6,0@), que passou de R$712,00 para R$760,00 no período, valorização de 6,7%.

O bezerro de ano (7,5@), o garrote (9,5@) e boi magro (12,0@) subiram 5,5%, 2,6% e 2,1%, respectivamente, no mesmo intervalo.

A procura pelos animais mais jovens vem aquecida nas últimas semanas, o que deu espaço para altas mais expressivas.

Além disso, a oferta não está abundante, o que confere mais firmeza a este mercado.

No mesmo período, o boi gordo subiu menos que o bezerro desmamado, 3,2%, cenário que piorou o poder de compra do pecuarista, que agora é capaz de adquirir 2,42 animais com a venda de um boi gordo (16,5%) no estado.

Em julho, a relação de troca do boi gordo com o bezerro desmamado estava em 2,51.

Colaborou Maisa Módolo, engenheira agrônoma e analista da Scot Consultoria

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Mercado do boi gordo firme em Dourados-MS

11 de agosto de 2014 0

O preço de referência do boi gordo está em R$119,00/@, a prazo, em Dourados-MS.

No mesmo período de 2013 a arroba estava cotada em R$98,00/@, valor 17,6% menor que o atual.

Os preços para o boi gordo seguem estáveis há um mês. Para a vaca gorda, que está cotada em R$111,00/@, a prazo, a alta da referência em um mês foi de R$1,00/@.

Nos últimos treze meses, a cotação média do boi gordo foi de R$112,14/@, 5,8% menor que a referência atual.

As escalas de abate dos frigoríficos atendem, em média, três dias úteis. A disponibilidade de boiadas está pequena e sustenta o cenário de firmeza.

A pouca oferta de animais e a venda de carne insatisfatória dificultam o alongamento das programações de abate dos frigoríficos.

Colaborou Fernando Amadio, zootecnista e analista da Scot Consultoria

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Mercado do frango na semana

11 de agosto de 2014 0

O mercado do frango vivo está estável há treze dias. A oferta de animais e a demanda estão reguladas.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, o avicultor paulista recebe, em média, R$2,25 pelo quilo. Na comparação com as cotações do mesmo período do ano passado, este valor é 2,2% menor.

No atacado, em função da época do mês, com um cenário mais promissor quanto à demanda e ao consumo, houve valorizações.

O frango resfriado é negociado por R$3,17/kg, aumento de 6,4% em relação à semana anterior.

Nos supermercados, o quilo da asa de frango está cotado em R$9,65, alta de 3,5% em sete dias.

Colaborou Juliana Pila, zootecnista e analista da Scot Consultoria

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Carne bovina: consumo lento não tem permitido alta nas cotações

29 de julho de 2014 0

O mercado atacadista de carne bovina sem osso completa um mês de preços em queda.

Na última semana houve recuo de 0,6% em relação à semana anterior. No acumulado do mês a desvalorização foi de 2,1%.

A carne de traseiro tem sido vendida por R$15,17/kg, em média, o menor valor desde novembro de 2013. O dianteiro subiu 10,0% no intervalo. Produtos de menor valor agregado são os mais procurados.

A margem da indústria que faz a desossa, porém, que está em 21,2%, se mantém dentro da média histórica e dois pontos percentuais acima da registrada em julho de 2013. Em um ano os preços dos cortes subiram 18,7%.

Mas com o nível de consumo atual, o mercado não tem conseguido lidar com essa alta.

A situação econômica do país preocupa cada vez mais, ou seja, não há nada que indique possibilidade de melhora nas vendas. Se a tendência de alta para a matéria prima se confirmar no segundo semestre, será difícil repassar isso ao consumidor.

Colaborou Alex Lopes, zootecnista e consultor da Scot Consultoria

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