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UBABEF, a força da AVICULTURA!

18 de maio de 2012 0

Em dois anos de existência, a União Brasileira de Avicultura (UBABEF) ampliou em 43,4% seu número de associados, e hoje somam 119 empresas e entidades.  Somente no mês de maio, a entidade ganhou dois novos associados: BR Frango, Vila Germânia, Polinutri, Lohmann, Novartis e Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA)

Desde a união das antigas entidades do setor (UBA e ABEF) ocorrida em abril de 2010, houve um fortalecimento no trabalho institucional do setor, que se uniu em torno de uma única entidade.

Soma-se a isso a realização de bem sucedidas ações promovidas pela entidade por meio de suas três diretorias –de Mercado, de Produção e Administrativo e Financeira –em ações como a Promoção Internacional por meio das marcas Brazilian Chicken e Brazilian Egg, as ações técnicas no Ministério da Agricultura e a realização do Congresso Brasileiro de Avicultura, evento oficial do setor.

Além disso, uma intensa agenda de trabalho realizada pelas 12 Câmaras Setoriais da entidade mobiliza as empresas do setor avícola em torno das iniciativas da UBABEF, que contribuem para o crescimento do setor.

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Câmara de Competitividade do MDIC

18 de maio de 2012 0

Participei ontem (17), juntamente com os diretores da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS), Jurandi Soares Machado, e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Fernando Sampaio, de reunião da Câmara de Competitividade da Agroindústria, mantida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).  O encontro aconteceu em Brasília (DF).

Na oportunidade, defendemos uma lista de prioridades e sugestões para a melhoria da competitividade do setor agroindustrial.  Em meio a estas prioridades estão a inclusão dos setores de aves, suínos e bovinos entre os beneficiados pela desoneração de encargos sobre a folha de pagamento e pelo Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), lançado pelo governo em dezembro de 2011 para desonerar as exportações de resíduos de impostos indiretos, como Cide, IOF, PIS e Cofins.

Conseguimos incluir nossos setores entre os indicados para a desoneração no relatório desta Câmara. Este, no entanto, é só o primeiro passo de muitos outros, em um longo processo que teremos que superar para obter estes benefícios para a produção de cárneos.

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BRASIL E EUA juntos contra tarifa indiana

14 de maio de 2012 0

O diretor de Mercados da União Brasileira de Avicultura (UBABEF), Ricardo Santin, e o gerente de Relações com o Mercado, Adriano Zerbini, participam a partir de hoje (14), na Índia, de uma rodada de negociações com distribuidores locais de carne de frango.  Junto com Santin e Zerbini estará o presidente da USA Poultry & Egg Export Council (USAPEEC), James Sumner.

Há quatro anos, Brasil e Índia detêm acordo sanitário para exportações de carne de frango brasileiro para aquele país.  Entretanto, a tarifa imposta pelo governo indiano, de 100%, inviabiliza as exportações para o destino.  A mesma situação ocorre com as exportações norte-americanas.

O setor exportador do Brasil e dos EUA tem grande expectativa sobre a abertura do mercado indiano, que ainda detém um baixo consumo per capta da carne avícola, com menos de 2 Kg per capita / ano.   Para se ter uma ideia, no Brasil, este consumo é de 47 Kg per capita / ano.

Temos feito várias incursões para tentar reverter a situação deste mercado.  Agora, vamos unir forças com as agroindústrias dos Estados Unidos para vencer esse entrave.  Além disso, estamos insistindo para o governo brasileiro intervir nesta questão.  Há boas expectativas sobre o crescimento de consumo de cárneos na Índia, e as agroindústrias exportadoras têm intenção de estabelecer parcerias que favoreçam também as empresas indianas, como joint ventures e outros.

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SIAL China 2012

11 de maio de 2012 0

A União Brasileira de Avicultura (UBABEF), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex – Brasil) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), participou da SIAL China 2012, entre os dias 9 e 11 de maio, em Xangai (China).

Na oportunidade, a coordenadora de Promoção Comercial da UBABEF, Isis Nogueira Sardella, e a coordenadora de Relações de Mercado, Marília Rangel, distribuíram aos visitantes materiais promocionais sobre as agroindústrias exportadoras e a avicultura nacional, numa ação de divulgação do trabalho empreendido pelo setor.  Junto com a UBABEF, no estande do MAPA, estiveram também, na SIAL China, as empresas Seara/Marfrig, Jaguafrangos e Frango Guibon

Há grande expectativa por parte do setor avícola brasileiro com relação ao mercado chinês, especialmente após a vinda de uma missão, no final de março deste ano, para dar andamento ao processo de habilitação de mais plantas de exportação para aquele mercado. O crescimento dos embarques reforça o potencial desse mercado para a carne de frango brasileira.

Entre janeiro e março de 2012 foram exportadas 55,7 mil toneladas de carne de frango para o mercado chinês, um crescimento de 41,7% em relação ao mesmo período do ano passado.  Atualmente, o Brasil conta

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REINTEGRA

11 de maio de 2012 0

A União Brasileira de Avicultura (UBABEF), entidade máxima do setor avícola brasileiro, lamenta o anúncio de que será extinto, em dezembro, o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), lançado pelo governo em dezembro de 2011 para desonerar as exportações de resíduos de impostos indiretos, como Cide, IOF, PIS e Cofins.

Ainda que o setor exportador de carne de frango não tenha sido contemplado, a UBABEF defende a manutenção do Reintegra. O Regime Especial foi lançado para promover a devolução de créditos não ressarcíveis, evitando a “exportação” de impostos e permitindo às indústrias recuperarem a competitividade no mercado internacional e contribuindo para a manutenção dos empregos no Brasil.

A alta do dólar nos últimos meses não pode ser usada como justificativa para a extinção do Reintegra. No caso do setor avícola, por exemplo, a receita das exportações de carne de frango registrou queda de 0,5% entre janeiro e abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A queda na receita cambial ocorreu, mesmo com o aumento de 3,7% nos volumes embarcados, nesses quatro meses.

Além disso, a situação do câmbio é altamente volátil, o que torna arriscado utilizá-la como parâmetro para a tomada de decisão sobre o fim ou não do Reintegra e a recuperação da competitividade.

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Receita registra queda, apesar de crescimento em volume das exportações de frangos

11 de maio de 2012 0

As exportações de carne de frango registraram queda de 0,5% em receita entre janeiro e abril de 2012, na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando US$ 2,543 bilhões.  Os dados são da União Brasileira de Avicultura (UBABEF), que ainda indicam um aumento de 3,7% nos volumes embarcados, segundo o mesmo comparativo, com 1,3 milhão de toneladas.

De acordo com a UBABEF, considerando apenas o mês de abril, houve redução de 4,7% na receita das exportações na comparação com o quarto mês de 2011, com total de US$ 656,8 milhões.  Já em volumes, os embarques registraram crescimento de 1,8%, chegando a 331 mil toneladas.

A queda nos volumes de embarques para o Kwait, Catar, Turquia e outros países do Oriente Médio e Europa foram compensados pelo crescimento nos países africanos, o que impediu um registro negativo em volumes. Contudo, não foi suficiente para evitar a queda em receita, o que mostra a perda de rentabilidade enfrentada pelos exportadores. Exatamente por isto, temos buscado junto ao Governo Federal incentivos que melhorem a capacidade competitiva do setor, como a desoneração da folha de pagamento e a inclusão dos produtos avícolas no REINTEGRA.

Destinos - Principal destino das exportações brasileiras, o Oriente Médio importou 433,5 mil toneladas de carne de frango do Brasil em 2012, com queda de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado.  Já para o Continente Asiático, segundo maior importador de carne de frango brasileiro, foram embarcadas 388 mil toneladas, número 12,7% maior que o registrado no primeiro quadrimestre de 2011.

Em terceiro lugar, as exportações para a África cresceram 43,9%, totalizando 210,7 mil toneladas.  Já a União Europeia, no quarto posto, importou 153 mil toneladas (-4,5%).  Para os países das Américas, as exportações de carne de frango foram de 80,4 mil toneladas (-4,7%).  Por fim, para os países extra-União Europeia, foram embarcadas 38,5 mil toneladas (-11,1).

Produtos - Na análise das exportações de acordo com os produtos, os cortes de carnes de frango mantiveram-se como principal produto exportado pelo Brasil em 2012, com total de 714,4 mil toneladas (+9,4%).  Em segundo lugar, os embarques de frango inteiro totalizaram 470,6 mil toneladas (-3%).   No terceiro posto, as exportações de carnes salgadas atingiram 60,3 mil toneladas  (+0,3%).  Por fim, foram embarcadas 59,9 mil toneladas (-0,3%) de industrializados, quarto produto mais exportado.

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SIAL China 2012

08 de maio de 2012 0

A União Brasileira de Avicultura (UBABEF), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex – Brasil) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), participa da SIAL China 2012, que acontecerá entre os dias 9 e 11 de maio, em Xangai (China).

Na oportunidade, a coordenadora de Promoção Comercial da UBABEF, Isis Nogueira Sardella, e a coordenadora de Relações de Mercado, Marília Rangel, vão distribuir aos visitantes materiais promocionais sobre as agroindústrias exportadoras e a avicultura nacional, numa ação de divulgação do trabalho empreendido pelo setor.  Junto com a UBABEF, no estande do MAPA, estarão também, na SIAL China, as empresas Seara/Marfrig, Jaguafrangos e Frango Guibon

Há grande expectativa por parte do setor avícola brasileiro com relação ao mercado chinês, especialmente após a vinda de uma missão, no final de março deste ano, para dar andamento ao processo de habilitação de mais plantas de exportação para aquele mercado. O crescimento dos embarques reforça o potencial desse mercado para a carne de frango brasileira.

Entre janeiro e março de 2012 foram exportadas 55,7 mil toneladas de carne de frango para o mercado chinês, um crescimento de 41,7% em relação ao mesmo período do ano passado.  Atualmente, o Brasil conta com 25 plantas habilitadas a exportar para a China.

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“Coma Frango! É bom e faz bem!”

03 de maio de 2012 1

“Coma Frango! É bom e faz bem!”

De tempos em tempos nosso setor tem sofrido com ações difamatórias com relação à qualidade e sanidade de nosso produto, com acusações  que apontam, em especial, o uso de hormônios na criação de frangos.

Estas acusações geralmente partem de correntes de e-mail, que se utilizam de fontes sem credibilidade para construir este mito.  Infelizmente, mesmo profissionais mais esclarecidos – como a classe médica e de nutrição – acabam por assumir tais absurdos como algo verdadeiro, afetando a imagem de nosso produto.  Fato este que é comprovado pela pesquisa encomendada pela UBABEF sobre o perfil de consumo da carne de frango, onde foi constatado que 72% do público entrevistado afirmou acreditar na existência de hormônios na produção de frangos, mesmo com 85% dos entrevistados informando acreditar que a carne de frango é saudável.

Para esclarecer a população sobre o que de fato é verdade – que o frango é um produto saudável e que não há uso de hormônios em sua criação – a UBABEF, por determinação de seu Conselho Diretivo, está dando início a uma campanha “Coma Frango! É bom e faz bem!”, que tem dois objetivos: trazer informações sobre as qualidades nutricionais da carne de frango e desfazer mitos, como o dos hormônios.

Como pontapé inicial da campanha, elaboramos dois vídeos que estão, a partir de agora, disponíveis no You Tube.

Vídeo sobre qualidade nutricional: traz informações sobre vitaminas, minerais e outros diferenciais nutritivos presentes na carne de frango, além de reiterar a importância da presença desta carne em qualquer dieta saudável.

http://www.youtube.com/watch?v=1GviEkGqeJc&feature=plcp

Vídeo sobre o mito dos hormônios: trata-se de um vídeo didático, com informações detalhadas, porém acessíveis ao grande público, sobre a inviabilidade da utilização de hormônios na criação de frangos.

http://www.youtube.com/watch?v=5JyasOZiCPs&feature=plcp

É fundamental esclarecer a população sobre os reais valores e qualidades da carne do frango.   Por isto, peço o apoio dos visitantes deste Blog:  divulguem esta iniciativa! Ajude-nos a mostrar como “Comer frango é bom e faz bem”!

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Agronegócio com passado e futuro

03 de maio de 2012 1

A vida me presenteou com dois privilégios incomuns para uma única pessoa. Nascido numa pequena comunidade do interior de Marau, fui criado vivendo a natureza por dentro – desde seu estado mais puro, intocável e essencial. Ali conheci a agricultura artesanal e braçal. Era um cenário inocente, que trazia consigo a ideia de que bastavam as mãos, a força de vontade e alguns rudimentos para vencer na vida e criar nossos filhos. Mas não imaginávamos as exigências que se colocariam no caminho de quem trabalha no campo. Nem de longe.

A segunda oportunidade que tive foi a de ganhar o mundo da vida, sobretudo à frente do Ministério da Agricultura e da Ubabef (União Brasileira de Avicultura). Depois de vivenciar aquela realidade rural singela, passei a conhecer o que de mais moderno possa existir no agronegócio. Acompanhei de perto iniciativas exitosas de aproximar o produtor da tecnologia. Presenciei propriedades multiplicando seu faturamento com a adoção de técnicas apuradas.

O avançar dos tempos mostrou que passamos por uma grande mudança civilizatória, migrando do rudimento em direção à tecnologia. E o grande desafio que se apresenta está exatamente em alcançar o ponto ótimo entre essas duas realidades. Não queremos abandonar a identidade e os valores. Mas nem podemos mais adotar aquela agricultura da inocência – pelo menos, não no que se refere aos negócios. Se antes o horizonte do produtor não passava de alguns quilômetros, hoje o mundo é o limite.

Um país vocacionado para produzir alimentos como o Brasil não pode acomodar-se a práticas antigas, de uma produção pouco mecanizada, tecnologicamente atrasada e sem planejamento. Sejam grandes, médios ou pequenos produtores, todos têm o direito de desenvolver novas técnicas de produção, agregar valor ao produto e comercializar com mais rentabilidade. E para isso não é preciso perder a essência das lições que aprendemos lá em nossos primórdios. Pelo contrário: elas permanecem valiosas.

O poeta William Cowper escreveu que “Deus fez o campo, e o homem fez a cidade”. E agora concluo eu que as duas obras se completam. A Parábola dos Talentos já havia ensinado que a nós cabe aperfeiçoar e multiplicar a criação divina. Até porque não existe ninguém mais apaixonado pela natureza do que quem vive e sobrevive dela. O produtor rural brasileiro é o maior e mais verdadeiro ambientalista que existe. E é isso o que sabemos e precisamos fazer: produzir alimento para a humanidade, agregar valor, gerar renda. Sem perder o “campo” de Deus, mas agregando um pouco da “cidade” dos homens.

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Frango é consumido por 100% das famílias

03 de maio de 2012 0

Uma pesquisa encomendada pela União Brasileira de Avicultura (UBABEF) e realizada pelo Centro de Assessoria e Pesquisa de Mercado (CEAP), com 2.869 famílias de todo o Brasil, constatou que em 100% desses domicílios consome-se carne de frango. O ovo está presente na dieta alimentar de 99% das famílias entrevistadas, contra 98% da carne bovina, 96% da carne de peixe e 74­­% da carne suína.

Os resultados mostraram também que 85% das famílias entrevistadas consideram o frango uma carne saudável. E a maioria das famílias (58%) a consome pelo menos duas a três vezes por semana.

A pesquisa comprova que a carne de frango tornou-se definitivamente um hábito alimentar do brasileiro por ser não apenas uma proteína animal barata, mas, principalmente, por representar um alimento saudável e nutritivo.

A pesquisa foi realizada entre novembro de 2011 e fevereiro deste ano, com famílias das principais cidades de todas as cinco regiões brasileiras. Os entrevistados tinham entre 18 e 65 anos de idade, representavam todas as classes sociais (de A a E) e de variados graus de instrução.

Dos entrevistados, 47% consomem cortes de frango, 20% preferem frango inteiro e 33% compram tanto frango inteiro quanto em cortes.

A coxa e a sobrecoxa são os produtos mais consumidos pelas famílias do Sul, Sudeste e Centro Oeste, e também nas classes A e B, enquanto a preferência no Norte e Nordeste, é pelo frango inteiro, o mesmo ocorrendo nas classes C, D e E.

Quanto ao grau de instrução, os consumidores com curso superior completo preferem os cortes mais nobres, como o filé de frango (56%). Mas 51% dos entrevistados que cursaram até a terceira série do ensino fundamental informaram consumir coxa e sobrecoxa.

O prazo de validade e o aspecto do produto, ambos com 38%, foram os principais critérios de decisão mencionados pelos entrevistados na hora da compra, no caso dos cortes de frango, contra 35% do preço. No caso do frango inteiro se destacam, como critérios, o aspecto do produto, com 37%, e o preço, com 36%.

No caso do ovo, 88% consideram o produto uma excelente fonte de proteínas e 82% o classificaram de um alimento saudável. Quanto aos critérios de decisão na hora da compra destacaram-se a cor (31%), o tamanho (28%) e o prazo de validade (27%). O preço veio apenas em quarto lugar, com 16% das respostas.

A pesquisa revela também que ainda há espaço para ampliar seu consumo no Brasil, diante da ampla aceitação e boa imagem do produto. Dos entrevistados, 79% a veem como uma proteína animal mais barata; 74% a consideram um alimento ideal para quem faz dieta alimentar; 66% apontaram baixo teor de gordura; 54% citaram-na como mais prático de preparar, em relação às carnes vermelhas; e outros 42% afirmam que a carne de frango é fonte abundante de vitaminas.

Consultadas pela pesquisa, 73% das famílias disseram não ter/não saber que sugestões fazer para a melhoria do frango inteiro, o que indica sua aceitação pelo mercado. E apenas 5% mencionaram hormônios, sugerindo a diminuição, redução ou eliminação de uma substância que, na verdade, não é utilizada na criação de frangos no Brasil. No caso dos cortes de frango essa sugestão sequer foi mencionada. E a maioria (52%) deseja mais variedades.

Trata-se de um mito que ainda persiste. Na realidade o progresso na criação de frangos se deve a uma combinação de melhoramento genético, climatização adequada, respeito ao bem-estar animal e a uma alimentação à base de milho e soja. A utilização de hormônios é proibida e rigidamente fiscalizada tanto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento quanto por autoridades sanitárias dos mais de 150 mercados para os quais o Brasil fornece o produto, na qualidade de maior exportador mundial.

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