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Conquista de mercado mexicano

29 de julho de 2014 0

Li que uma comitiva formada pela Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA – e pelo Ministério da Agricultura estará na Cidade do México para participar de negociações com vistas à ampliação do mercado mexicano para carne de frangos e abertura para a de suínos.

Quero registrar, inicialmente, o extraordinário trabalho desenvolvido pelo presidente da ABPA, ex-ministro Francisco Turra. Iniciou presidindo a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos – Abef – que era a entidade formada por indústrias exportadoras de frango.

Encaminhou a fusão da mesma com a União Brasileira de Avicultura – Uba – que representava a produção de aves. Foi um fortalecimento para maximizar a defesa dos interesses do setor.

Recentemente, liderou a criação da ABPA, reunindo a Ubabef e a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína – Abipecs – que era entidade formada pelas indústrias de produtos suínos.

Cada setor continua com estruturas específicas, mas a forte entidade nacional é o suporte para a defesa de reivindicações.

A interação com o poder público tem ensejado avanços significativos. Isto demonstra a importância de organizações representativas sérias e sólidas na área do agronegócio, com resultados na oferta de alimentos, na geração de empregos, na arrecadação de tributos e na produção de excedentes exportáveis.

Sou um entusiasta da ação destas entidades nacionais. No caso da ABPA, além da expressão dos setores que a integram, a liderança do presidente Francisco Turra garante alta credibilidade.

Odacir Klein

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Dia do produtor rural

25 de julho de 2014 0

Não me lembrava, mas hoje, pela manhã, li que 25 de julho é data dedicada ao produtor rural.

Minha atividade profissional, em grande parte, é vinculada às áreas componentes do agronegócio. Mesmo assim, a data estava passando despercebida. Imaginem quem não tem o vínculo que tenho com o setor.

Daqui a pouco vou almoçar em uma praça de alimentação, dessas em que as mesas são disputadas “no cotovelo”, em certos horários.

A garantia de alimentos, para todos, é oferecida pelo produtor rural.

Será insignificante o que for ofertado pelos restaurantes, que não provenha da agricultura ou da pecuária. No entanto, praticamente a totalidade dos que estarão consumindo alimentos não tem conhecimento da importância do que se denominava “setor primário da economia”.

Tantos são os dias alusivos a setores ou profissões. Em uma escala dos dez mais importantes, é impossível estar fora este, dedicado ao produtor rural.

Tenho, no entanto, certeza de que a lembrança será pequena.

Parabéns, produtor rural brasileiro! Força e sucesso!

Odacir Klein

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Parabéns, Cotrijal!

22 de julho de 2014 0

Cotrijal CESB

Li, ontem, notícia de que a Cotrijal tem, dentre seus associados, a maioria dos campeões escolhidos através do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja  – Safra 2013/2014 – apresentados pelo Comitê Estratégico Soja Brasil – CESB.

É desnecessário salientar o que a mencionada cooperativa, com sede em Não-Me-Toque/RS, realiza no sentido da busca de avanços tecnológicos com vistas ao aumento de produtividade, no conceito de sustentabilidade. Além das práticas agronômicas, a realização anual da Expodireto – com repercussão inclusive internacional – constitui-se em uma demonstração de modernidade nos insumos, máquinas e implementos, genética e práticas no setor do agronegócio.

Não-Me-Toque é considerada a capital do plantio direto no Brasil.

Para transmitir aos leitores dados sobre o trabalho desenvolvido pelo CESB, disponibilizo – clique aqui – alguns dos gráficos publicados pelo mesmo.

Odacir Klein

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Acesse on-line a revista do 6º Fórum Nacional do Milho

18 de julho de 2014 0

6ºFNM

A revista do 6º Fórum Nacional do Milho está disponível para acesso on-line.

A publicação contém a cobertura jornalística do evento, análise e propostas formuladas pela Klein & Associados e um artigo exclusivo do ministro Neri Geller.

Para acessar a revista, clique aqui.

Caso você tenha interesse em solicitar um exemplar impresso, por favor envie sua solicitação pelo formulário de contato disponível no site da Klein & Associados.

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BRICS: do conceito às instituições

16 de julho de 2014 0

O economista britânico Jim O’Neill criou, em 2001, a sigla BRIC, como resultado de pesquisa econômica a respeito da importância de quatro países – Brasil, Rússia, Índia e China – em um contexto de globalização.

Partindo do exame de aspectos territoriais, populacionais, desenvolvimento econômico, peculiaridades geográficas e outros, demonstrou que estes quatro, dentre os emergentes,  ensejariam rápidas e significativas mudanças na economia mundial.

Mencionados países adotaram o diálogo a respeito de objetivos comuns como uma prática e despertaram o interesse da África do Sul, que a partir de 2011 passou a participar das reuniões de cúpula, com a sigla acrescida de um “S”, passando a BRICS.

Na verdade, o grupo não forma nenhum mercado comum e é integrado por países com modelos políticos diferenciados e realidades geográficas que resultam em diferentes situações econômicas. Têm, no entanto, o objetivo da complementaridade.

Para exemplificar, a China é forte produtora e exportadora de manufaturados, mas dependente de expressiva importação de commodities minerais e agrícolas. A Índia apresenta consideráveis avanços em seu desenvolvimento. O Brasil é exportador de commodities e tem forte presença no mercado chinês. As relações comerciais com a África do Sul crescem. A Rússia desperta interesse brasileiro, principalmente para a exportação de proteínas animais.

As regras para comércio entre os países resultam não de decisões do conjunto dos BRICS, mas de acordos bilaterais.

É constante a notícia de que a China deseja investir em infraestrutura no Brasil, até para baratear o custo de transportes daquilo que importa de nosso país.

As práticas cambiais são diferenciadas. No entanto em função da complementaridade, há interesse no fortalecimento do conjunto para o crescimento de cada país.

Diante disto, o resultado da reunião de cúpula realizada ontem, em Fortaleza, é importante.

A criação de um Banco de Desenvolvimento – com sede em Xangai, tendo a Índia exercendo sua primeira presidência e a previsão de que o capital inicial de 50 bilhões de dólares deverá dobrar em 5 anos, ficando aberto para outros países integrantes da ONU, mas com a manutenção de 50% das ações com os BRICS – representa a iniciativa de institucionalizar a garantia de recursos para financiamento de projetos de desenvolvimento, possivelmente com forte destaque para a infraestrutura.

De outra parte, a criação de um Fundo de 100 bilhões de dólares, com vistas ao atendimento de necessidades imediatas de países do grupo, constitui-se em uma retirada da dependência exclusiva do FMI, nas situações emergenciais.

As decisões demonstram que, através do diálogo e do reconhecimento de que ações conjuntas são de interesse comum, os países integrantes do BRICS estão tomando decisões que – em que pesem as diversidades geográficas, econômicas, políticas e culturais – devem resultar na defesa das respectivas populações.

Odacir Klein

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