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Lavoisier tinha razão

21 de novembro de 2014 0

Bio-Bus da cidade de Bristol, na Inglaterra, que é capaz de viajar até 300 quilômetros com um motor movido a gás biometano

“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

A notícia publicada por Exame – para acessá-la integralmente, clique aqui – parece-me uma demonstração evidente do que avançamos tecnologicamente.

As ruas da cidade de Bristol, na Inglaterra, receberam nesta quinta-feira (20) seu primeiro ônibus movido a fezes humanas, o Bio-Bus, com 40 lugares, capaz de viajar até 300 quilômetros, com um motor movido a gás biometano gerado na decomposição de fezes, esgoto e lixo orgânico. O combustível é menos poluente do que os de origem fóssil. Antes de ser usado, o gás recebe metano e tem o CO2 removido. Há remoção de impurezas que possam produzir odores.

A população mundial continuará aumentando e a busca de fontes de energia decorrentes deste aumento populacional será importante.

É verdade que ocorre uma prática quase experimental, na cidade de Bristol, na Inglaterra, com o uso de fezes humanas para combustível movendo veículo de transporte. No entanto, pesquisar e buscar alternativas é fundamental.

Odacir Klein

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9º Prêmio Cooperativa do Ano

18 de novembro de 2014 0

 

O Sistema OCB realizará, no dia 25/11, em Brasília, no Centro de Eventos Brasil 21, a solenidade de entrega do 9º Prêmio Cooperativa do Ano.

Participei, em circunstâncias diferentes, de outras edições. Fui, num determinado ano, membro de um grupo específico que selecionou instituições premiadas.

Em outras ocasiões, estive presente na solenidade de entrega dos prêmios.

Aplaudo a iniciativa, pois o evento objetiva exatamente distinguir quem apresenta os melhores trabalhos e mais exercita a criatividade, com vistas aos avanços necessários à defesa dos interesses dos cooperados, principalmente via produtividade com sustentabilidade.

Diversas são as áreas concorrentes e o trabalho dos julgadores é dificultado pela excelência. É o nivelamento por cima. São pesquisas e investimentos para melhorar a organização e a qualidade de vida de seus associados e colaboradores.

O cooperativismo, hoje, é o grande instrumento promotor de solidariedade no exercício de atividades econômicas que devem resultar em proveito social.

Cada passo visando a sair da rotina e a avançar num mundo moderno concorre para não apenas o fortalecimento dos beneficiários, mas a demonstração de que a ação conjunta, mesmo dos pequenos, transforma-se em grandioso resultado.

Estarei, com muito prazer, aplaudindo premiados e reconhecendo o magnífico trabalho desenvolvido pelo Sistema OCB.

Odacir Klein

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É sexta-feira

14 de novembro de 2014 0

Após período de ausência, estou encerrando minhas atividades na primeira semana de presença diária no escritório. Além dos trabalhos normais, participei de reuniões, inclusive presidindo a da Câmara Setorial de Oleaginosas e Biodiesel.

As atividades se constituíram em um ótimo aquecimento para o retorno à normalidade.

O período de afastamento me levou a reflexões: abandonarei muitas tarefas que hoje reconheço estressantes e com pouco resultado, não apenas pessoal, mas para os setores em que atuo; priorizarei os esforços com vistas a render mais; não diminuirei minha produção, mas melhorarei a produtividade.

Aprimorei o ponto de vista de que amar o próximo como a si mesmo não é apenas dedicar-se visando a solucionar as questões dos semelhantes e as comunitárias, mas é, primeiro, cuidar de si para que a fragilidade pelo descaso consigo não prejudique o restante das atividades.

Meu sonho é ser colaborador para a interação entre áreas públicas, privadas e os mais diversos setores, com vistas ao desenvolvimento, ao bem comum, à abundância de alimentos e à paz no mundo.

Bom final de semana.

Odacir Klein

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Oscilações dos mercados

12 de novembro de 2014 0

Vou, hoje, usar como exemplo um evento de que participei no dia 27 de setembro de 2013, em Sorriso, no Mato Grosso.

Promovido pela Aprosoja, foi realizado o I Fórum Brasileiro de Etanol de Milho, para examinar a viabilidade econômica da produção do referido combustível.

Lembro bem que, à época, o preço da saca de milho estava baixíssimo e o governo era chamado a intervir para, através de Pepro, garantir preço mínimo.

À época, apresentei, dentre outros dados, uma tabela demonstrando o que representava tal operação em termos de comércio do cereal do mencionado estado para o oeste de Santa Catarina. Publico-a por elucidativa, lembrando que os dados são de setembro de 2013.

Milho

Poucos meses depois, o preço estava estabilizado e as exportações de milho ocorriam em volumes elevados. Já não havia mais preocupação dos produtores.

No dia 5 de março de 2014, ou seja, seis meses depois do evento em Sorriso, a Klein & Associados realizou, na Expodireto/Cotrijal, o 6º Fórum Nacional do Milho.

Como sempre, estimulamos interação dos integrantes da cadeia produtiva para sugerirem políticas com vistas à regularidade de mercado.

Tais estímulos foram anteriores ao Fórum, durante o mesmo – tanto para presentes como telespectadores do Canal Rural – e posteriormente, para podermos redigir a revista contendo sugestões.

Muitas foram as opiniões. Praticamente todas de áreas consumidoras e de fabricantes de máquinas e implementos, que se manifestaram preocupadas com crédito, movimentação de safras e aumento de produção via estímulo à produtividade.

Transmito aqui trecho constante da revista:

“Um detalhe chamou a atenção: nenhuma entidade representativa dos produtores de milho encaminhou preocupações.”

Em setembro de 2013, a situação era a abordada durante o evento em Sorriso. No segundo trimestre de 2014, quando do Fórum e da posterior edição da revista, a situação era de aparente tranquilidade, possivelmente porque os produtores desconsideravam safras expressivas internacionais e tinham a expectativa de presença das políticas governamentais garantidoras de preço mínimo, se fosse o caso.

No terceiro trimestre de 2014, a situação se tornou de desespero e houve necessidade de retorno da prática de Pepro para movimentar safras e garantir preços.

Tivemos, posteriormente, avanços nas exportações e pequena recuperação dos preços.

Esta gangorra no lapso de um ano não é tranquilizadora.

Continuo insistindo em que não podemos abandonar a produção de milho.

A segunda safra é importante, pois apenas a primeira estaria muito longe de garantir o abastecimento interno. Novas alternativas para o uso do grão devem ser buscadas. No mundo vai aumentar a demanda por proteínas animais. Por isto, é fundamental aprofundar a discussão sobre o modelo que possa garantir segurança, não só para quem produz, mas para quem necessita do produto.

Vamos nos dedicar a isto ou apenas esperar socorros circunstanciais de políticas públicas nas horas de vacas magras?

Odacir Klein

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7º Fórum Nacional do Milho

07 de novembro de 2014 0

Já acertamos com a diretoria da Expodireto/Cotrijal a realização – durante o grande evento em março do próximo ano – do 7º Fórum Nacional do Milho.

Pretendemos, após mais detalhes, estimular ampla interação com todos os elos da cadeia produtiva, para que não tenhamos um simples ato presencial, mas a preparação dos debates visando à edição posterior do documento que sempre encaminhamos ao governo e às entidades privadas.

Todos sabem que o objetivo do Fórum é ensejar a discussão permanente. Em todas as edições tivemos o prestígio das entidades privadas e forte presença dos organismos governamentais dispostos ao diálogo, na busca de soluções.

Até a data do evento, vamos informar e estimular a interação.

Odacir Klein

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